segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

O Google faz o que que da internet. E fica por isso mesmo


O Google faz o que que da internet. E fica por isso mesmo

O browser Chrome - o navegador mais utilizado no mundo, com um share de cerca de 60% - começou esta quinta -feira a bloquear as publicidades mais intrusivas. A Google, a dona do programa e a empresa que quer ser sinónimo de internet, diz que esta é uma forma de combater os anúncios que não respeitam as boas práticas. E, ainda que a medida tenha um efeito aparentemente positivo para o utilizador, é a demonstração de como, para estarmos na net, ficamos à mercê.
É um facto por demais evidente que a publicidade online tem muitos problemas. Na tentativa de captar segundos de atenção, usam-se técnicas muito intrusivas, algumas capazes mesmo de fazer um inferno de qualquer normal navegação na internet. Uma vez que a web como a conhecemos não seria possível sem as receitas de publicidade, é de facto premente criar soluções, standards, para os anunciantes e as suas plataformas de distribuição, que tanto possibilitem a eficácia dos anúncios como protejam os direitos dos utilizadores.
É mais ou menos isto que a Coalition for Better Ads (betterads.org) afirma querer fazer, através da chamada autorregulação. A organização reúne algumas das maiores multinacionais do mundo, de áreas tão diferentes como os bens de consumo (Unilever, Procter & Gamble), a comunicação social (Washington Post, Reuters) ou a tecnologia (Microsoft, Facebook). A Google é um dos seus membros fundadores.
Agora, todos os anúncios que não cumpram os critérios estabelecidos pela Better Ads (betterads.org/standards) serão bloqueados pelo Chrome.
Publicidade em pop ups, vídeos de arranque automático com som, anúncios com temporizador (que não permite prosseguir ou visualizar o conteúdo até passar um determinado tempo) estão entre os que deixarão de aparecer durante a navegação no PC. Em mobile (o sistema Android, igualmente da Google, tem mais de 80% do mercado e o Chrome é o seu browser predefinido), passam a ser "proibidos" os anúncios que obrigam a scrolls intermináveis ou os que piscam no ecrã, por exemplo.
O mundo da internet só ficará de facto melhor sem este tipo de coisas. Mas convém não esquecer que a mesma Google fundadora da Better Ads é também plataforma de distribuição de publicidade. E que praticamente todo o seu rendimento (a Alphabet, a empresa mãe, declarou 32,32 mil milhões de dólares de lucro no último trimestre do ano passado) provém dos anúncios que coloca nos seus sites (motor de busca, YouTube...) e nos sites de outras empresas e pessoas.
A Google promete que comunicará aos anunciantes e/ou às plataformas que não estejam a cumprir as regras, dando-lhes 30 dias para mudar. O bloqueio, se de facto se concretizar, apanhará todos os anúncios no site em questão - incluindo os que vierem via GoogleAds.
Desta forma, a empresa parece ficar protegida de críticas. Afinal, os seus próprios anúncios poderão ser afetados pela medida. Mas num mercado em que as receitas de publicidade mal chegam (mais correto: não chegam) para os gastos de muitos produtores de conteúdos - incluindo alguns dos maiores jornais do mundo - a simples ameaça de vir a perder o que atualmente têm é motivo de preocupação. E, por acaso (inserir ironia), até pode ser uma bela motivação para que aumentem o peso dos anúncios vindos da Google, que se encarregará de garantir que passam os critérios.
Conclusão: a empresa que foi determinante a estabelecer os critérios de como deve ser a publicidade online usa o facto de possuir o browser mais utilizado do mundo para ameaçar outras empresas (que lhe fazem concorrência, enquanto promotora de publicidade), com a provável consequência de pelo caminho obter mais espaços para pôr os seus anúncios. Uma jogada genial - dirá um acionista, com certeza.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Quais as diferença entre 4G, 4.5G, 5G e outras redes


Quais as diferença entre 4G, 4.5G, 5G e outras redes

A Claro foi a última grande operadora brasileira a entrar na onda do "melhor que o 4G". Recentemente, a empresa anunciou o plano 4.5G, que promete internet móvel mais rápida que o 4G normal aos clientes da provedora.
No entanto, a Claro não é a única a oferecer um "4G melhorado". A Vivo, por exemplo, oferece um "4G+", que também promete ser uma versão mais rápida da geração mais veloz de internet móvel disponível no Brasil.
Na realidade, o "4.5G" da Claro e o "4G+" da Vivo são nomes diferentes para um mesmo padrão, chamado de LTE Advanced. Trata-se de um sistema formalizado em 2011 pela 3GPP (3rd Generation Partnership Project), uma organização internacional de telecomunicações.
Para entender o que o LTE Advanced faz, primeiro precisamos repassar o que são as redes 2G, 3G e 4G que conhecemos. Cada "G" desses termos se refere uma geração de tecnologia de internet móvel, sendo a mais recente, a quarta geração, chamada de 4G.

2G ,3G

Para a internet móvel oferecida pela sua operadora chegar ao seu celular, o sinal é transmitido por ondas de rádio a partir de antenas. As redes de 2G usam um padrão chamado GSM que, no Brasil, ocupa as faixas de 900 Mhz e 1900 Mhz. A velocidade da internet varia de 40 Kbits por segundo até 500 Kbits por segundo.
O 3G, mais famoso no Brasil atualmente, já usa um novo padrão chamado oficialmente de IMT-2000, que foi certificado pela União Internacional de Telecomunicações no começo dos anos 2000. Mas dentro dele, há outras padronizações mais específicas que são escolhidas por cada operadora.
No Brasil, a faixa mais usada para o 3G é a de 1900 e 2100 Mhz, mas há quem utilize as de 900 e 1700 Mhz, anteriormente utilizadas também pelo 2G. Tudo depende da estrutura da operadora, da área de cobertura e da velocidade da internet.
Segundo a União Internacional de Telecomunicações, pode ser considerada 3G uma internet móvel com velocidade superior à de de 200 Kbits por segundo, chegando a alguns Megabits por segundo dependendo da tecnologia usada pela operadora.

4G

Chegamos, finalmente, ao 4G. A quarta geração foi padronizada também pela 3GPP e, no Brasil, tem reservadas as faixas de 2500 Mhz e 1800 Mhz onde não há mais 2G. Mas com o fim da TV analógica em algumas regiões do país, a cobertura tem crescido, incluindo as faixas de 700 Mhz em alguns cantos.
Normalmente, a velocidade média de uma conexão 4G no Brasil deve ficar em torno dos 20 Megabits por segundo, mas pode chegar, em tese, a até 300 Mbps. Tudo depende, de novo, da infraestrutura da operadora, cobertura do sinal e também das antenas disponíveis no seu telefone.

Nintendo Switch é Adiado lançamento no Brasil


Nintendo Switch é Adiado lançamento no Brasil

O Switch, console mais atual da Nintendo, ainda não é vendido oficialmente no Brasil, mas este quadro pode mudar em breve. O aparelho foi homologado pela Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, ou seja, registrado em caráter oficial como um produto seguro para ser utilizado pelo público consumidor. O registro pode significar que seu lançamento está próximo, mas nem a Nintendo, ou antigas empresas parceiras da produtora, se manifestaram sobre o caso ou a possibilidade – até segunda ordem.
Além da homologação pela Anatel, o console já aceita, há algum tempo, registro online com endereços brasileiros. A novidade, porém, é que agora também é possível acessar o eShop, loja online do aparelho. A loja ainda está vazia e só é possível ativar um código de cartão pré-pago ou jogo digital, mas este é outro possível indício de um eminente lançamento nacional.
O Switch foi lançado em março do ano passado nos EUA e chegou ao Brasil por meio de importadoras, em caráter não-oficial. Houve ainda a polêmica da suspensão da comercialização do console em sites de leilão, com a justificativa de que ele não era homologado pela Anatel – a novidade também pode significar um retorno deste comércio.
Os registros no site do órgão brasileiro foram feitos em 8 de fevereiro, pelas empresas M RS Digital Ltds e Foxconn. Além do console, os controles Joy Con também passaram por registros oficiais

Cuidado novo Golpe no WhatsApp usa promoção da Boticário como isca.


Cuidado novo Golpe no WhatsApp usa promoção da Boticário como isca.

Uma promoção da marca O Boticário foi usada por criminosos para disseminar um golpe no WhatsApp. Somente nas últimas 24 horas, mais de 140 mil pessoas foram enganadas, de acordo com análise divulgada nesta sexta-feira (16) pela empresa de segurança PSafe, desenvolvedora do antivírus DFNDR Security.
A armadilha repete características de uma promoção oficial realizada pela empresa de cosméticos, de modo a convencer as vítimas a receber futuras notificações no smartphone. A ação pode servir como porta de entrada para futuros ataques

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Dois novos lançamentos de notebooks leves e poderosos chegam ao Brasil


Dois novos lançamentos de notebooks leves e poderosos chegam ao Brasil

Dois lançamentos da VAIO estão disponíveis para quem busca inovação e portabilidade, carregando por aí uma máquina potente sem precisar abrir mão da praticidade e leveza.
O primeiro deles, o VAIO S11, é fabricado em carbono e alumínio e pesa apenas 840g com seus 11,6 polegadas de tela. Fácil de levar na mochila, ele não deixa o usuário na mão quando o assunto é configuração: vem com tela widescreen antirreflexo e resolução de 1920 x 1080 pixels, Windows 10, processador Intel Core i5 de 2.50Ghz, SSD de 256GB e memória RAM de 8 GB, além do teclado e touchpad retroiluminados e sensor de impressões digitais.
 
Ele já está disponível para a venda na loja online da VAIO e custa a partir de R$ 8.999.

Já a segunda novidade é pra quem usa notebook para atividades de alto desempenho. O VAIO S13 vem com SSD de 256GB e memória RAM de 8 GB, além de processador Intel Core i7 de 2.70Ghz. Graças à sua tela de 13,3 polegadas widescree Full HD, seu forte é a qualidade gráfica. Também vem com o teclado e a touchpad retroiluminado e com leitor de digitais.
Nas cores prata ou preto, o VAIO S13 é projetado em liga de magnésio e alumínio, o que faz dele um notebook extremamente resistente.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Apple prepara-se para apresentar novidades mas podem não ser as que o mercado espera


Apple prepara-se para apresentar novidades mas podem não ser as que o mercado espera.

A empresa da maçã prepara-se para apresentar novas características, como novas aplicações. Ainda assim, os utilizadores podem ficar desapontados com as alterações que não vão chegar este Inverno.
Novas características vão ser introduzidas este Inverno por parte da Apple. Entre as novidades, de acordo com a Bloomberg, está um conjunto de aplicações que vão trabalhar nos iPhones, iPads e Macs, bem como uma ferramenta de saúde no digital que vai permitir aos pais saber quanto tempo os filhos passaram a olhar para os ecrãs.
Mas, ainda assim, estas novidades podem não chegar para satisfazer os clientes da empresa liderada por Tim Cook. Não é expectável que a tecnológica apresente novidades na área dos ecrãs dos iPhones, iPad e CarPlay. Segundo a agência de informação, a apresentação destas novidades foi adida pela tecnológica. A companhia concluiu que são necessárias mudanças na forma como são desenvolvidos e introduzidos no mercado os novos produtos. Poderá tratar-se quase de um regresso, em parte, ao passado.
Fontes da agência avançam que a empresa mudou assim a sua estratégia e decidiu que os seus engenheiros vão passar a trabalhar nas melhorias necessárias ao sistema operativo nos próximos dois anos, em vez de estarem, como até aqui, a apresentar muitas mudanças anuais. Ou seja, a Apple vai continuar a apresentar actualizações todos os anos mas os seus especialistas vão poder adiar a introdução as novas características em um ano de forma a que estas estejam totalmente aperfeiçoadas.
Esta decisão surge depois de utilizadores do iOS – sistema operativo da Apple – terem-se queixado de que o software apresenta alguns bugs e que as características não estão totalmente desenvolvidas.
"Esta mudança indica que a Apple está a começar a ter consciência de que os tempos não estão a ser cumpridos, as coisas estão ser colocadas no mercado com bugs – o que anteriormente não sucedia", quando a empresa era uma empresa mais pequena, disse uma fonte familiarizada com a tecnológica, citada pela Bloomberg.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Galaxy Note 9 poderá contar com leitor de impressões digital


Galaxy Note 9 poderá contar com leitor de impressões digital

um novo aparelho com um leitor de impressão digital sob a tela. Ao contrário do que muitos imaginam, a novidade não deverá ser liberada para o Galaxy S9 , mas, sim, para o Galaxy Note 9. Com o novo sensor, o modelo poderia dispensar o leitor na traseira para colocá-lo na parte frontal sem comprometer o visual com bordas mínimas.
De acordo com a Samsung registrou uma patente de um leitor de impressão digital na parte frontal do Galaxy Note 9 . O sensor conta com um formato parecido daqueles presentes em outros celulares da marca, mas não ficaria visível para os usuários. Em vez disso, o celular exibiria uma sinalização para apontar a posição exata do leitor e depois de perceber indícios de impressão digital na tela.
O projeto da Samsung seria bem parecido com o leitor do celular chinês Vivo X20 Plus. Lançado na edição de 2018 da Consumer Electronics Show (CES), o modelo foi desenvolvido em parceria com a Synaptics, empresa norte-americana especializada em sensores de impressão digital, e também conta com o sensor na área inferior da tela. O modelo tem preço sugerido de 3.598 Yuan, equivalente R$ 1,8 mil.
O Galaxy Note 8 foi divulgado oficialmente em 23 de agosto de 2017. Com base nesta data, a Samsung ainda teria cerca de cinco meses para preparar a nova geração do celular. Ainda de acordo com o site chinês, a possibilidade do leitor ser apresentado ainda no Galaxy S9 não é descartada, mas é menos provável.

O Google faz o que que da internet. E fica por isso mesmo

O Google faz o que que da internet. E fica por isso mesmo O browser Chrome - o navegador mais utilizado no mundo, com um share de c...